Ela foi até o fim é um livro fantástico da Meg Cabot. Para quem gosta de mistério, comédia e terror em um único livro é perfeito! Eu peguei ele de bobeira na biblioteca na escola pois não tinha o que eu queria e mal sabia eu que seria um dos livros mais divertidos e misteriosos que já li. A história é de Lou Calabrese uma roteirista, aliás, uma não, a roteirista, afinal ela ganhou o Oscar de melhor filme. O livro é na época em que ela acabou de ser deixada pelo namorado de 10 anos, Bruno di Blase (o nome real dele é Barry) que ficou com seu par romântico do filme que a própria Lou escreveu e com esse mesmo filme ela ganhou o Oscar. Ou seja, ela considera o filme como "idiota". E quando ela está indo para o Alasca gravar mais um filme ela é informada que terá que ir de helicóptero com o cara que ela mais odeia no mundo, Jack Townsend. Lou odeia Jack por ele ter deixado sua melhor amiga, Vicky. E como se tudo isso não bastasse no meio do vôo o piloto aponta uma arma para Jack e consequentemente (por ela estar como testemunha) para ela também. Eles conseguem render o piloto e ainda o helicóptero caí.
Com isso, Lou está presa no meio do nada com o cara que mais odeia no mundo e sendo perseguidos por assasinos. É claro que durante o livro tem uma pitada de romance, afinal isso não pode faltar! Realmente com um enredo desse não tem como o livro não ser bom.
Além da mirabolante história de Lou e Jack ainda tem outras histórias se cruzando, como a do pai de Lou e da mãe de Jack o que faz o livro ficar ainda mais hilário
Eu recomendo com certeza!
Livros e Beijos, Eu
quarta-feira, 21 de março de 2012
terça-feira, 13 de março de 2012
O Menino do Pijama Listrado
Oiiiiiiiiii
Como o mundo não acabou, hehehe, vou postar outro e-mail que recebi do Edo Luiz. Desta vez o livro escolhido foi: O Menino do Pijama Listrado
O e-mail:
A história de O Menino do Pijama Listrado acredito ter sido uma boa ideia, mas que se mostrou areia demais para o caminhãozinho do autor, John Boyne. Nestes tempos "ecologicamente corretos", um desperdício de papel.
Como o mundo não acabou, hehehe, vou postar outro e-mail que recebi do Edo Luiz. Desta vez o livro escolhido foi: O Menino do Pijama Listrado
O e-mail:A história de O Menino do Pijama Listrado acredito ter sido uma boa ideia, mas que se mostrou areia demais para o caminhãozinho do autor, John Boyne. Nestes tempos "ecologicamente corretos", um desperdício de papel.
segunda-feira, 12 de março de 2012
Desculpinha + Clarabóia
Oiiiiii
Me desculpem por ter ficado tanto tempo sem postar mais eu estava um pouco sem... vontade mesmo. Mais agora vou postar com tudo!!
Hoje vou postar outro e-mail que recebi do Edo Luiz. Ele conta dessa vez sobre o livro Clarabóia de José Saramago. Amanhã, a menos que o mundo acabe, eu posto sobre um outro livro!
O e-mail:
Escrevo para falar um pouco sobre o livro Claraboia, de José Saramago.
A história transcorre em um prédio de dois andares, com seis apartamentos no total, sem elevador e situado em bairro periférico de Portugal. Saramago nos conta sobre o relacionamento entre os integrantes de cada família, bem como da interação destas no cotidiano do prédio.
Destaque para os diálogos entre um velho sapateiro que, por necessidade financeira, aluga um quarto para um jovem recém chegado na cidade. O sapateiro defende preocupações sociais, idealista, e o jovem se apega ao individualismo, ao "cada um com seus problemas". Nos diálogos entre eles, Saramago "sobra", como sempre, ideologicamente.
Este livro apresenta uma curiosidade. Ele foi escrito no início dos anos 1950, quando Saramago era desconhecido. Ele era funcionário da previdência social em Portugal e, eventualmente, escrevia crônicas para jornais locais. Saramago mandou os originais do livro para uma editora, que não se interessou por eles. Nem a editora e nem ele voltaram a tocar no assunto. Nos anos 80, com Saramago já um escritor reconhecido internacionalmente, a editora o procurou para publicar o livro. Saramago não aceitou e decidiu que ele nunca seria publicado enquanto vivesse e que, após sua morte, a família então resolveria o assunto. Após sua morte, em junho de 2010, a família autorizou a publicação de Claraboia.
Me desculpem por ter ficado tanto tempo sem postar mais eu estava um pouco sem... vontade mesmo. Mais agora vou postar com tudo!!Hoje vou postar outro e-mail que recebi do Edo Luiz. Ele conta dessa vez sobre o livro Clarabóia de José Saramago. Amanhã, a menos que o mundo acabe, eu posto sobre um outro livro!
O e-mail:
Escrevo para falar um pouco sobre o livro Claraboia, de José Saramago.
A história transcorre em um prédio de dois andares, com seis apartamentos no total, sem elevador e situado em bairro periférico de Portugal. Saramago nos conta sobre o relacionamento entre os integrantes de cada família, bem como da interação destas no cotidiano do prédio.
Destaque para os diálogos entre um velho sapateiro que, por necessidade financeira, aluga um quarto para um jovem recém chegado na cidade. O sapateiro defende preocupações sociais, idealista, e o jovem se apega ao individualismo, ao "cada um com seus problemas". Nos diálogos entre eles, Saramago "sobra", como sempre, ideologicamente.
Este livro apresenta uma curiosidade. Ele foi escrito no início dos anos 1950, quando Saramago era desconhecido. Ele era funcionário da previdência social em Portugal e, eventualmente, escrevia crônicas para jornais locais. Saramago mandou os originais do livro para uma editora, que não se interessou por eles. Nem a editora e nem ele voltaram a tocar no assunto. Nos anos 80, com Saramago já um escritor reconhecido internacionalmente, a editora o procurou para publicar o livro. Saramago não aceitou e decidiu que ele nunca seria publicado enquanto vivesse e que, após sua morte, a família então resolveria o assunto. Após sua morte, em junho de 2010, a família autorizou a publicação de Claraboia.
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